domingo, 5 de janeiro de 2014

Manoel, será que tinhas razão?

O homem vem à vida
Se nutre, vadia,
Observa o desfile de nublados, chuvosos, ensolarados e endiabrados dias

A vida se cria,
Se complica o ordinário momento do eterno

Tudo se sente, tanto se abstrai e se ilude
Com as lupas celestes teimando em queimar o homem
(a verdade é que todos têm vontade de sumir, pelo menos um instante, por livre e espontânea vontade!)

Só queria saber como prosseguir com o "queima-queima" veemente, de cabeça erguida...