quarta-feira, 9 de abril de 2014

À minha irmã

Nunca te escrevi um poema
Sabe-se lá o que faria
Com teu jeito zombeteiro e repelente?
- sei que isso é só pelo meu grude constante

Alguém extremamente generoso nos Céus me presenteou
Ao ganhar uma irmã caçula pra que eu zelasse
O "passarinho" cresceu e me protegeu

Mais que tudo!
Mais que todos!

E nós juntas, a própria invencibilidade de um rochedo beira-mar!
Simbiose de yin-yang
E o júbilo constante de vivermos o Intenso

A minha pequena,
Que virou gigante-super-humana (coração de ouro)
É o motivo da minha graça,
por quem me amarro nos laços da Eternidade

Tecemos contínuos novelos de infâncias 
(e nunca percebemos!)
É tão lindo...e qualquer coisa vale a pena!

A minha amada irmã
Que é tão boa, tão cheia de cores
É por quem mais temo que a Dama Branca busque antes...

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